domingo, 1 de novembro de 2009

Salta...


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Salta! Como se o céu estivesse à distância dessa pequena impulsão, como se as estrelas se colhessem como flores. Dá a mão ao teu anjo-da-guarda e aperta-a com ternura pelos momentos em que te amparou e ajudou!

Salta, como se a tua caminhada estivesse a escapar-te, e repisa o teu rumo com nova força de vontade. Conquista cada grão do chão que o teu semblante testemunhou com o travo doce do teu carisma.

Salta comigo, coleccionemos sorrisos e palmas neste mundo que é nosso, onde cantamos e dançamos todo o dia de todos os dias, fazendo pirraça às palavras sem cor.
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À RTAN!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

3 minutos de escrita criativa com o afilhado

Tenho medo do escuro!

Há fantasmas que me agarram e sufocam, ou que me raptam para viagens vertiginosas pelo seu mundo de seres estranhos e feios, com muco a sair pelas orelhas e piolhos a saltar nos pêlos dos pés!

Há pontes que se desmoronam quando as atravesso e me fazem escorregar por uma queda sem fim, que me faz ficar sem respirar e me agonia pelo grito que quer sair e está preso!

Há aranhas que me possuem enquanto as minhas mãos estão paralisadas ou atadas a fortes grades enferrujadas! Ou que me fazem cócegas nas bochechas com as suas peludas patas enquanto sopro para tentar afastá-las, ofegando pela antecipação do pior dos receios.

Há mortes que ressuscitam e vivos que morrem, fazendo-me chorar pelo medo de perder quem amo.

Há corridas que se fazem sem correr pelos dias que passam em segundos. Visões de infância recalcadas no mais sub do subconsciente.

Acendo a luz… Agora só quero sonhar !

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Acordar


Julgava-me acordar de um sonho mau...

A manhã pareceu-me fria, tenebrosa, fruto da reviravolta de pensamentos negros que ainda mal me tinham abandonado.
Uma lágrima secava ainda no canto do meu olho, mas um palpitar ansioso despertava esperança, que por ser a mais resistente persistiu traiçoeira e até maldita.
No meu sonho um amigo caía do berço de carinhos e especulações fantásticas, onde um cobertor de boas memórias e vivências nos aconchegava de noite e de dia, ao som de gargalhadas melódicas.

.................................................Que dolorosa

................................................... queda tornou branca

....................................................... a noite e preto o sol!

....................................................... Tornou gélida a água

....................................................... e desenterrou calafrios

....................................................... que eu julgava esquecidos...

....................................................... Pedras alojaram-se no meu

....................................................... peito e esqueci-me

....................................................... como roubar e

.....................................................pintar sorrisos...

Foi o sonho mau que acordou para mim!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Improvisos...


* Dancemos em rodopios de tentação, abraçados com a força da saudade e do reencontro. Que bela confusão faz palpitar o coração e rir pelas conversas mil, trocadas entre cúmplices olhares aventureiros. Dancemos na praia, na escuridão da noite, de pés molhados à beira da água morna, onde a areia denuncia a presença de momentos perfeitos pelo seu encantado improviso! Segredo-te estórias de encantar ao ouvido… A dança pára para de capa traçada brindarmos ao aconchego. A Lagoa emana luzes que lembram sonhos e, juntos, reinventamos paisagens. Num instante descobrimos o travo mágico de lugares secretos que, à noite, se revelam para mergulhos em sentimentos de prazer, onde até a compassada respiração fica sem pé e nada pelos trilhos do imprevisto, sem se envergonhar da loucura… Gargalhadas que lembram a essência dos momentos inesquecíveis transportam-nos para cenários de faz de conta, onde nos tornamos príncipes viajantes pela época medieval. Com uma coroa de hera passeio imponente pelo castelo onde juntos pisamos o risco e sentimos os cheiros da época de promessa de amores eternos! E quando reabrimos os olhos, saindo deste mundo de brincar, distraímo-nos e perdemo-nos em carinhos que roubam sorrisos de forma recíproca, ao som de músicas que inspiram a partilha e a proximidade, tocando o corpo com massagens que confundem o pensamento e que tornam doce o paladar dos profundos beijos. Adormeçamos por fim, entregues à magia do cafuné. O sorriso que me preenche é por ti e para ti! *

SOFIA SERRENHO

domingo, 1 de março de 2009

Segundos

*
Se um novo começo batesse à porta, dir-lhe-íamos cuidadosamente para partir, amedrontados pela dose de aventura emanentemente prometida. Seríamos guerreiros de manhas fluentes em defesa dos velhos caminhos. Porém quando a rotina nos pregasse partidas e os nossos princípios fossem destipulados, aquele visitante que um dia nos batera à porta voltaria a assolar a nossa memória e nele desejariamos refúgio... Os mundos que nos constroem são conquistados com anos de cumplicidades mútuas, e podem ser postos em causa por segundos de desvaneios prazeres.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A Tuna nos Açores




A nossa actuação completa, no teatro Micaelense, em Ponta Delgada :)

VAI TUNA!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Açores - S.Miguel


Cheguei ontem dos Açores...

Um grito de ansiedade ecoava dentro de mim por desejar descobrir um novo chão. Viajar de avião não era novidade, novidade seria cada segundo futuro, longe da civilização continental. O primeiro passo na Ilha exprimiu-se em sorrisos, com os meus companheiros, pois conquistara-mos aquele momento tão esperado.

A alegria percorria com impulsos repletos de energia cada poro do meu corpo, fazendo-me saltitar numa dança compassada que contagiou o grupo.

Partimos rumo ao indescritível, rumo à aventura de pisar o desconhecido e de pôr à prova o que de trás conhecemos. A chuva não nos intimidou, ali tudo se tornara doce e a amizade e o companheirismo cantavam alto pela imensidão do mar. Bebemos da música desses momentos eternos, prometendo reencontros e novos aconchegos, pondo à prova o partilhar e o espírito de grupo e abrindo-nos para amizades novas, sem preconceitos, no mais essencial estado da alma, sem a prisão dos princípios materiais.

O FesTiM era o motivo, mas por tudo se tornou secundário. Entre disparates e gargalhadas, entre cantigas e sorrisos, pandeiretas, saltos, caloiros e público, entre olhares cúmplices e mãos entrelaçadas, entre assobios e palmas, guitarras, adrenalina, luzes e plenitude, conquistámos o palco e de poucos parecemos muitos, colorindo boas emoções. Uma voz soou parecendo vir de outro mundo, declarando-nos “Tuna Mais Tuna” e considerando-nos donos da melhor música original. Se teoricamente era o fim do festival, no íntimo era o declarar de uma maior aproximação, sem quaisquer possíveis ressentimentos. Com cerveja brindámos à equipa, abraçando o momento e chorando pelos que dele não puderam fazer parte.

Pensava que os Açores eram de Portugal, mas são certamente parte de outro mundo. Lá a lua cheia e o sol segredam-nos estórias de fundos verdes e azuis, que nos extasiam e levam a passeios arriscados em pontes fragilizadas por instintos pesados. Voltamos à infância, dos pic-nics e churrascos em família, das voltas contra o vento nos baloiços, das gomas que com a sua simplicidade nos tornam mais doces e deslumbramo-nos com esse reencontro de emoções.

Chamámos Deus à Terra quando a melodia do órgão, pelas mãos dos que sabem abraçar a música, ecoou na Igreja de S.Pedro e aí selámos amizades que piscam o olho à palavra sempre.
Por curvas apertadas ouvimos cascatas e visitámos o paraíso. Lá a água é amarela e quente, os caminhos tornam-se todos certos e os pássaros transportam o vento, que nos fala em amor e solidariedade.

Com chá e cantigas, ficou no pensamento o travo da despedida.... e, com violenta turbulência interior, voltámos a aterrar...

A todos os "requinhos" da Real Tuna Académica NeOlisipo, com um muito obrigada!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Encadernações Antigas - Hermínio de Oliveira

Quantas vezes já vos aconteceu olharem para livros estimados e velhinhos, que querem preservar junto de vós mas que o tempo não perdoa o seu gradual deterioramento?



Muito bem, um "Professor Doutor" em encadernações antigas , cujos 82 anos de vida celebram grande experiência na área, pode ser a solução procurada.



Hermínio de Oliveira, Livreiro Alfarrabista nas Caldas da Rainha, dá aos vossos livros o cuidado e o restauro necessitados. Dá-lhe ainda a oportunidade de conhecer uma das mais vastas e ricas bibliotecas privadas de Portugal, com exemplares únicos que se perdem na história.


Contactos:






- Rua Camões 37, Loja 3 - Caldas da Rainha



2500-174 CALDAS DA RAINHA



- Tel:262831568



- Horário de Funcionamento: De Segunda a Sexta, das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 19:00. Sábados das 10:00 às 13:00.






ENCADERNAÇÃO ANTIGA:










A - CABEÇA: Parte superior de um livro.



B - CABECEIRA: Extremos da lombada.



C - CASA: Espaço entre dois nervos da lombada.



D - CONTRA-GUARDA: Material que cobre a face interior da pasta e a folha de guarda. Em alguns casos, a Contra-Guarda é também a Folha de Guarda.



E - CORTE DIANTEIRO: Lado oposto à lombada.



F - GRAVAÇÃO: Elementos gravados no material que cobre as pastas e lombada do livro.



G - GUARDA: ou Folha de Guarda, é a folha que se coloca antes das folhas ou da capa original do livro a encadernar.



H - LOMBADA: Parte onde se encontram cosidos os cadernos do livro.



I/L - NERVO ou NERVURA: Nas encadernações antigas, eram o material onde se prendiam os fios da costura dos cadernos, atravessando a lombada e prendendo-se à encadernação. Modernamente os nervos são pequenos pedaços de cartão colocados sob o material que reveste a encadernação.



M - PASTA: Interior dos planos. Vulgarmente a Pasta é dado o mesmo sentido de Plano.



N - PÉ: Parte inferior do livro.



O - PLANOS: Lados da encadernação.



P - RÓTULO: Etiqueta colada na lombada, normalmente de cor diferente da encadernação, onde se inscrevem o nome do autor, título ou quaisquer outras indicações.



Q - SEIXA: Espaço ocupado pelo material da encadernação e que não é ocultado pela Guarda.



R - TALAGARÇA: Tecido de fios finos usado para consolidar o lombo dos livros depois de cosidos.



S - TRANCHEFILA: Reforço das extremidades do lombo, normalmente de uma tira de tecido.




Fonte: DIAS, João José Alves, Iniciação à Bibliofilia, Lisboa, Pró-Associação Portuguesa de Alfarrabistas, 1994, pp. 35-36
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SOFIA SERRENHO

sábado, 17 de janeiro de 2009

Entrevista a Juliet Marillier


Juliet Marillier, a conhecida autora da Trilogia de Sevenwaters, lançou no fim do passado ano mais um romance, “O Segredo de Cibele”.
A autora é conhecida como sendo a sucessora de Marion Zimmer Bradley e vive actualmente na Austrália, apesar de se deslocar frequentemente em grandes viagens que lhe servem de inspiração na escrita dos seus livros.
A N entrevistou por e-mail Juliet Marillier para saber um pouco mais sobre o seu mais recente livro, publicado e traduzido em português, a 23 de Novembro de 2008, pela editora Bertrand.
O livro tem a particularidade de ter como uma das personagens principais um pirata português, Duarte de Aguiar.

N: É possível estabelecer um paralelismo entre as sociedades descritas nas suas histórias e as sociedades actuais?

Juliet Marillier: Alguns aspectos são idênticos e outros diferentes, daí que seja tão interessante escrever histórias baseadas naquelas sociedades. O comportamento humano não se alterou muito desde essa altura, ainda que seja ligado por diferentes conjuntos de regras, dependentes de tempo e cultura. Pode ser um pouco frustrante fazer as personagens dos livros cumprirem aquelas regras sociais – por vezes, eu sou tentada a tornar as mulheres que eu crio, por exemplo, um pouco mais independentes do que elas devem ter sido nas suas culturas.
Muitos leitores contactaram-me a dizer que se identificavam com determinadas personagens dos meus livros e que a jornada dessa personagem os ajudou na sua própria jornada. Penso que isto é uma indicação de que apesar das características históricas nos livros, o paralelismo existe realmente.

As suas personagens são inspiradas em alguém da vida real?

Eu nunca crio personagens totalmente baseadas em indivíduos específicos da vida real, mas uso o que observo das características e comportamentos dos humanos em geral para criar personagens. A personagem de um livro pode ter atributos de muitos tipos diferentes de pessoas que eu observei ou li. Penso que todos os escritores de ficção fazem isto. Tento criar personagens possíveis de serem verdadeiras, mesmo que os parâmetros e as histórias dos romances sejam algo do fantástico.

Em relação ao último livro publicado em português, “O Segredo de Cibele”, em que género literário o inclui?

Eu não classifico os meus livros em géneros – isto é algo quase sempre feito pelas editoras e pelos livreiros por ser um rápido e conveniente meio de organizar os livros e de os vender ao público. “O Segredo de Cibele” contém elementos de vários géneros – Romance, aventura, mistério, fantasia e romance histórico.

Em “O Segredo de Cibele”, uma das personagens principais é Duarte de Aguiar, um pirata português com uma extraordinária força de vontade. Quem ou o quê serviu de inspiração a esta personagem?

Em parte, criei esta personagem como forma de gratidão aos meus leais leitores portugueses, cujo interesse no meu trabalho é bastante inspirador. Os membros de um fórum de fãs on-line ajudaram-me com o nome “Duarte de Aguiar” e com alguns diálogos em português no livro original. Eu gostei da ideia do carácter com defeitos e com motivos suspeitos, que no fundo é um esconderijo, revelando-se num herói.

O que a faz escrever sobre pessoas que viveram há milhares de anos atrás e a muitas milhas de distância? Tem alguma identificação pessoal com essas pessoas?

Eu adoro História, li-a e estudei-a durante anos. Normalmente tendo a usar temas que estão relacionados com a minha própria ascendência (países celtas), mas no caso de “O Segredo de Cibele” e de “Danças na Floresta”, expandi a minha aventura um pouco mais longe, para a Transilvânia e para a Turquia, de modo a incluir algumas diferenças, como elementos folclóricos.
As personagens dos meus livros são como pessoas reais para mim, tão reais como se eu estivesse a escrever uma história passada no presente, na Austrália. As qualidades humanas de fé, honra, coragem, amor, força não se alteram com o passar das gerações e, infelizmente, nem os seus defeitos, ciúmes, irritabilidade, covardia e por aí. Estes elementos constituem a parte real dos livros.
Adoro escrever o tipo de história que explora as relações e o desenvolvimento humano com uma fascinante história de fundo (com um pouco de elementos mágicos pelo meio).

http://revistan.org/2009/01/12/n-entrevista-juliet-marillier/


SOFIA SERRENHO

sábado, 10 de janeiro de 2009

Quando for grande quero escrever como tu!




__Começo a correr às voltas, um desiquilíbrio embriagado pela vontade de fugir. O frio ruboriza as minhas faces. Quero voar, quebrar os limites que não me deixam escrever no tempo sem imposição, mas, como num volteio, não saio da mesma roda de pegadas fossilizadas que me prendem à Terra e conquistam rotinas.


__Fecho os olhos e peço um desejo, QUANDO FOR GRANDE QUERO ESCREVER COMO TU!


__47 ventos primaveris abriram mão da sua nudez para com eles me levarem. Inspirei neles a alegria de escrever e dancei sem pudor e sem barreiras. Borboletas sairam da minha alma, finalmente livre, para numa estrela darem vida à palavra lar.


__Voltei à infância esquecida, senti os doces sabores da descoberta e deixei que o meu bloco de notas voasse nas asas de uma gaivota. Não quero mais sentenças, ordens impostas ou sentidos construidos. Quero a liberdade. Não quero ver as minhas pegadas serem levadas pelas ondas, nem tão-pouco pedir-lhes que corram onde não posso, em vida, chegar! Pois pisarei eu mesma os terrenos virgens de vida humana...


__Pintei de amarelo, cor da vida primária que nos seduz pela mágica simlicidade, os beijos terrenos. No turbilhão emocional, tudo precisa de ganhar uma nova cor, uma nova surpresa que abraçamos como a um urso de peluche, reconfortante e quente. Mil e vinte abelhas coloridas zumbiram em volta dos meus emaranhados cabelos de rio, navegando por ele ao infinito, coleccionando para mim olhares.


__QUANDO FOR GRANDE QUERO ESCREVER COMO TU, desvendar segredos e reinventar caminhos despreocupados de estética. Passear por sonhos acordados, deixar a esferográfica ganhar vida e nela me acolher.


__E sabes que mais? Aí as borboletas poderão vir mesmo a viver numa estrela!


ANA SOFIA SERRENHO

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

LEOPOLDINA





_Creio que não é difícil seduzir através da televisão uma criança, que, na sua ingenuidade, ainda não distingue a verdade da mentira. _Ora se para um adulto é difícil fugir às artimanhas da publicidade, quando lhe são apresentadas as soluções para os seus desejos, para uma criança é ainda mais fácil sonhar e acreditar.
_O Natal é um jackpot de emoções para as crianças se tivermos em conta toda a publicidade televisiva que lhes é dirigida. Todos os brinquedos que desejaram ou que ainda não sabiam existir aparecem na sua televisão, no intervalo dos desenhos-animados, chamando-lhes a atenção e parecendo tão fáceis de adquirir.
_Lembro-me perfeitamente de escrever as minhas cartas ao Pai Natal com os olhos postos na televisão, escrevendo nomes intermináveis de brinquedos, só lembrados pelo desenfreado estímulo ao consumo transmitido pela televisão, sem pensar no que mais poderia ser o Natal, para além daquilo. Alguém um dia me fez ver que o importante do Natal não é isso, mas é preocupante ver que há actualmente muitas crianças como eu fui que não têm esse discernimento.
_É por fugir um pouco a este estímulo “sem piedade” que admiro a publicidade da Leopoldina. Analisando-a, verifico a sua estratégia subtil de mostrar à criança o mundo encantado dos seus sonhos através de pequenas histórias bem organizadas, conseguindo deixar passar uma mensagem bem clara “Este mundo está mesmo à mão, nas prateleiras do Continente”.
_O anúncio sabe prender as crianças, é criativo, a música, por há anos ser a mesma, já está bem interiorizada e todo o jogo de sons, cores e movimentos, aliados à personagem Leopoldina, tão conhecida, levam as crianças e os pais a entender bem a mensagem.


_Oiçam até fartar... Depois, juntem-se ao clube!


ANA SOFIA SERRENHO