
__Palavras vagas, sentidos dispersos, cada pausa um suspiro, um doce...Vagueio por mil caminhos iluminados pelo imaginário inacabável. Aqui não existem trilhos errados. Cada passo desvenda o desconhecido e a surpresa de cada visão adormece o corpo, dando alento à mente para voar, cada vez mais depressa, no prazer das estórias criadas na surdez pelas palavras vagas que me querem impingir.
__O meu único espaço conquistado é precisamente o do desconhecimento dos caminhos da mente, onde me posso refugiar sem o constrangimento da companhia. Aqui as palavras correm sem idioma, sem necessidade de sentido, repousando na corrida sem meta e sem regras, mergulhando nos lagos paradisíacos e emergindo no topo da lua, ou num lugar mágico, que mais ninguém, se não eu, pode ver.
__Posso ser pequena como a formiga, ou ter o mundo na palma da mão. Quem conseguirá entrar no caminho que me impedirá de sonhar?

__O meu único espaço conquistado é precisamente o do desconhecimento dos caminhos da mente, onde me posso refugiar sem o constrangimento da companhia. Aqui as palavras correm sem idioma, sem necessidade de sentido, repousando na corrida sem meta e sem regras, mergulhando nos lagos paradisíacos e emergindo no topo da lua, ou num lugar mágico, que mais ninguém, se não eu, pode ver.
__Posso ser pequena como a formiga, ou ter o mundo na palma da mão. Quem conseguirá entrar no caminho que me impedirá de sonhar?
É MEU!!!
__Cada pensamento transporta-me para uma nova paisagem, livre de intenção, onde vou sem medo e me deslumbro.
__Palavras vagas, sentidos dispersos... Para quê absorvê-los quando a mente se quer fechar em torno dos seus momentos e paisagens utópicas?
__Palavras vagas, sentidos dispersos... Para quê absorvê-los quando a mente se quer fechar em torno dos seus momentos e paisagens utópicas?

ANA SOFIA SERRENHO

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